quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

venha escutar aqui ao meu lado, vem...

"
Magpie, was it you who stole the wedding ring?
Or what other thieving bird would steal such hope away?
Magpie, i am lost among the hinterland,
caught among the bracken and the fern,
and the boys who have no name.


There's no name for us
But still we sing
And still we sing,
Little boy, little boy,
Lost and blue,
Listen now, let me tell you what to do,
You can run on, run along or home
Between the knees of her,
All among her bracken and her ferns,
And the boy will have a name.


And we will sing
And we will sing


One for sorrow
Two for joy
Three for a girl
Four for a boy
Five for silver
Six for gold
Seven for a secret
Never to be told

"


Magpie - Patrick Wolf

nós?

não te entendo às vezes... ontem me acordastes com sussuros ao pé do ouvido me prometendo um dia explendoroso, com beija-flores, rodas de samba, arco-iris e damasco. hoje já não me procuras, me deixa perder a hora, durmo demais e acordo com dores em todo o corpo. me faz perder o dia, arrastando-me pela casa. e adivinha onde minha mente fixou-se hoje? em você é claro.


"
Você é um avião, eu sou um edifício
Eu sou um abrigo, você é um míssil
Eu sou a mata e você a moto serra
Eu sou um terremoto e você a terra

Nós somos fogo, nós somos fogo
Nós somos fogo e gasolina

Você é o fósforo, eu sou o pavio
Você é um torpedo, eu sou o navio
Você é o trem e eu sou o trilho
Eu sou o dedo e você é o meu gatilho

O nosso jogo é perigoso, menina

Eu sou a veia, você é a agulha
Eu sou o gás, você é a fagulha
Eu sou o fogo e você a gasolina
Eu sou a pólvora e você a mina

O nosso jogo perigoso combina
"



será?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A vida vista da ótica mais colorida possível:

será que ainda assim você teria coragem de me jogar na cara de que a sua é uma droga e a minha perfeita? aaaaah se como em filmes nós trocasse-mos de corpos aí sim você iria sentir na carne o que é realmente uma vida completa. Isso. É isso. A minha vida é completa, ao contrário da sua. Enquanto você não consegue enxergar nada a sua volta nem um palmo à sua frente devido sua arrogância e ânsia de sempre querer mais eu além de as vezes ignorar o óbvio, amo, choro, sinto-me importante, útil, sinto-me um traste, como se nunca fosse chegar a algum ponto, batalho pelo amanhã para hoje ouvir elogios de boca maldita.

Paro de escrever. Mentalizo a sua imagem. Ela me olha. Entra num carro. a imagem começa a esfumaçar. E você desfacela-se em minha mente (em mim)
é assim que eu te vejo (ou pelo o menos gostaria de ver)

14/01/09 1:06am
enquanto espero o pc liberar e constatar a sua ausência no mesmo

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ausência incerta essa que, com imenso lacrimejar, mentalizo... ou me escravizo.

Quero me sentir uma puta pois se dissesse o que faço é o que diriam. Mas não me senti assim. Sinto que estou cobrando uma dívida, de que estou recebendo hoje tudo o que não recebi. Nunca. também não sou tão filhodaputa quanto podem pensar. eu dou uma mãozinha pra essa vida: me deixo iludir com um ou outro. meus passatempos. é bom ouvir um elogio às vezes, o que dirá sempre. nestas últimas horas estou tentando tirar você de todo esse redemoinho (e porque não podridão?) para que assim possa te ver. não por inteiro pois nunca te conhecerei assim mas pelo o menos encarar o que tenho de você. misto do que você me deu e do que eu idealizei. sim, escrevo imaginando você sentado ao meu lado. não mais que 2cm de distância do meu corpo. quero sentir o peso do seu corpo pressionando o meu de novo. foi tão bom. seus beijos como num filme francês. mercibocúarrevoá. não sei mas tenho a forte sensação de que você esteja agora deitado, luz acessa, computador ligado. sim, você está melhor. apenas não consigo saber se você está pensando em mim. não, isso de fato eu não sinto. (140109) 1:17ham ainda espero


__[pergunte poisele não for entrar eu vou deitar, ler um pouco]___


daquele dia em diante meu nome fora roubado. tá bom, mentirinha de pseudoescritor. não foi roubado. apenas ligado a outro e por isso ele não me pertence mais. pelo o menos não por inteiro. e assim espero que quem pegou uma parte dele tenha deixado uma parte do seu respectivo pra mim.


__(deixe-me deitar antes de que comece a ter um ataque a lá may)__


vamos deixar só uma coisa bem clara: só entrei nessa porra (como sou ingrato...) pra transcrever esses vômitos.









pra quem tudo isso, afinal de contas?
pra mim é claro.
(amém!)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

(espero pelo segundo round)

cada vez mais me desprendo das amordaças da vida. pois o que já quis muito fazer, perdi um dia todo repensando porque não fiz hoje já perco um minuto no dia seguinte só pra lembrar como foi.

dessa última vez foi assim: pensar, andar, olhar, falar...
o vento nunca move-se sozinho

26/11/2008?

Célio

falar um pouco com você, ou melhor, eu te interrogar um pouco e ver sua situação parece que teve efeito corpóreo em mim. o corpo já cansado chegou em casa, lavou alguns talheres, um tapuér bem grande com tampa e duas panelas. uma toalha de banho (como é difícil lavar uma toalha), uma cueca, figurino (duas peças), uma bermuda e umas duas camisetas.

vendo o que escrevi sobre impulso penso: será que agi por impulso?

creio que nessa situação não. agi por agir. senti que era isso devia ser feito. porque não?

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no dia seguinte na hora do almoço queria explodir. precisava contar pra alguém do ocorrido e da minha ação tomada. foi talvez pior. a pessoa ficou preocupada. eu fiquei preocupado. senti vontade de chorar. no fim das contas fora semi decidido que o melhor seria se eu fosse com outra pessoa. não havia outra pessoa. fui sozinho. no caminho lembrei que na noite anterior enquanto lavava e arrumava a casa sentia que estava fazendo tudo isso por você. preparando a casa pra uma visita ilustre. cheguei em casa. havia me atrasado. pior, me atrasaram no caminho. havia passado uns quinze minutos do combinado. e eu que pedi para não ter atrasos. dentro de casa não sabia o que fazer. fiz algo que não me envergonhei na hora mas que agora senti vergonha de escrever. pulemos essa parte. pronto, pareceu que foi algo muito importante. não foi. direi. escondi o dvd. o pequeno e preciso aparelho de dvd. encostei as portas dos quartos. olhei pra toalha. e esperei. esperei... era praticamente duas horas. tinha aula. precisava ir. e fui...

quis pensar se tudo isso não foi uma ilusão, um aviso para me mostrar algo. queria poder acreditar, seria mais bonito... mas sei que foi real.

enquanto te espero...

cliquei pra ver a minha página de recados e tinha um que fora enviado a 0 minutos... não era um recado, nem corrente. era apenas uma foto. uma foto com um efeito aparente... ela estava esverdeada. não, não é do tempo. mas poderia ser... a foto que eu havia pensado ontem enquanto lembrava da época. segundo semestre de 2005... deveria ser novembro, fim de novembro talvez. puxo conversa no msn com a pessoa que me mandou. ela é linda. a mais linda da foto. mais linda do que eu lembrava. eu até que não estou mal. já estive pior... conversamos e lembramos dos fatos mais marcantes do nosso tempo (sim, ele foi nosso). você lembrou de algumas coisas e eu de outras. um sincronismo perfeito. e assim me deu vontade de escrever... vim pra cá e escrevi isso aí. queria saber escrever mais colorido, mais poético, mais... o futuro, o futuro nos dirá. o futuro nós mostrará e nos lembraremos também desse dia. o dia em que lembramos do passado. mais uma vez.





no caminho pra cá pensei o que, determinadas pessoas que conheço (dessa minha nota etapa), diriam ao ver essa foto. infelizmente de cara me passou apenas comentários óbvios. na real eu tenho sentido falta, falta de comentários originais, mais trabalhados... mesmo que não sejam tão espontâneos.


escrevendo isso lembrei de outra coisa. de que estava pensando sobre algumas coisas que vinham acontecendo e liguei com o que um amigo disse. tudo me parecia tão verdadeiro e tão possível. temos que nos distanciar da distância (sim, fica feio na escrita, difícil na pratica mas inesquecível na vivencia) e nos aproximar do humano. daquilo que é humanamente humano. daquilo que é. É!

domingo, 11 de janeiro de 2009

fim de domingo

me despeço do final de semana
mentalmente programado

muita coisa feita
apenas tudo o que foi feito não foi pensado anteriormente

(gostei?)

saí com quem não saía faz um tempo
fiquei muito tempo com quem tenho ficado muito tempo

conheci um outro eu e reconheci nele um pouco de mim
e um pouco dele que eu quero conhecer mais

dormi pouco
dancei muito
suei horrores

identifiquei marcas em mim mesmo
e nelas quis vomitar como nunca

calor, sol, suor, corpos em sintonia, doces e beijos eternos.

(sim, eu gostei)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

tanto a dizer, pouco a escrever

coisas para passar pra cá, retirar trechos de um livro, escrever sobre determinadas coisas... não, não farei nada disso nesse post. só queria falar sobre algo que pensei: o quanto uma data de nascimento influencia a personalidade de uma pessoa? será que eu se eu me der MUUUUUITO bem com uma pessoa que nasceu X/XX necessariamente me darei bem com outra que tbm nasceu em X/XX?

acredito que ninguém responderia me convencendo 100% de uma resposta concreta e final. apenas acredito por enquanto de que isso como tudo seja relativo e de que no momento estou contente com o meu novo amigo (que nasceu na mesma data do amigo de outrora).

amor segundo fernanda young

http://www.youtube.com/watch?v=G-um2CAd7jI

"O que é amor pra mim? não temer o outro seja lá o que for contar com o outro. a magoa é possível, mas não deixar que a mágoa se transforme em amargura e rancor. ainda sou assustada com as pessoas com as quais me relacione aquela cultura machista é claro que existem as exceções e as exceções são bárbaras, eu convivo com uma a dez anos, o meu marido. Os ritmos estão muito hedonistas, falta paciência, as pessoas terminam relacionamentos por que querem grandes excitações o amor requer paciência e um tempo filosófico para você se questionar, não é o caminho do maior peito, da plástica ou então ficar trocando de paixão pelo resto da vida, se você quer que ele dure, o amor tem que perdoar sempre. " ohdeus...